Conduzimos os camiões MAN de 2018!

by on 15 Dezembro, 2017 in Pesados

Conduzimos os camiões MAN de 2018!

Foi uma ação de grande envergadura, realizada no Passeio Marítimo de Algés, reunindo um elevado número de empresas de transportes de diversos pontos do país. Tiveram à disposição para teste dinâmico, a gama de camiões da MAN Truck já na versão 2018, o que antecipou o contacto dos clientes frotistas nacionais, aos novos produtos e serviços da marca.

O evento, denominado MY2018 Roadshow, foi promovido pela MAN Truck & Bus, no âmbito de uma iniciativa que está a ser realizada em 13 cidades, de 11 países europeus.

Em Portugal reuniu cerca de 130 convidados, que tiveram a oportunidade de conhecer e testar em primeira mão as mais recentes inovações incluídas nos modelos de camiões MAN através dos 10 modelos diferentes presentes, bem como as novidades nos serviços disponibilizados.

Automotive ao volante

Eduardo Gaspar, diretor da Automotive, testou os camiões em estrada e descreve-nos, em resumo, as suas impressões.

“O primeiro contacto com a gama MAN de 2018 foi bastante positivo. Tive a oportunidade de conduzir e testar 4 camiões distintos: o TGS 18.500 (versão 4×4); o TGX 18.450 (versão LowDeck); o TGX 18.500 longo curso e o rígido TGM 18.290 para distribuição urbana. Visto que cada um tem a sua aplicabilidade, nas próximas edições da Automotive iremos divulgar em maior detalhe o teste a cada um destes modelos.

Vale a pena ressaltar algumas das novidades transversais à gama. Primeiro, a reorganização dos botões do tablier torna a sua utilização mais prática e sem retirar a atenção à estrada, pois os botões estão agora agrupados por função. Em termos de espaço interno, principalmente nas cabines do TGX nota-se um maior espaço de circulação, proporcionado por uma melhor configuração entre o frigorífico e a cama inferior, bem como com a colocação do seletor da caixa de velocidades no tablier.

Quanto à condução, de referir que é complexa a adaptação ao modo de funcionamento do retarder, do travão-motor e da sua relação com a caixa de velocidades. É pouco intuitivo, e leva-se algum tempo a entender o funcionamento. A parte boa é que, depois de nos habituarmos, conseguimos realmente tirar partido das suas vantagens que surpreendem, e como referi, abordarei em detalhe, em futura edição.

Mais fácil de utilizar é o CruiseControl, que basta premir o botão que fica no volante (mesmo junto ao polegar direito do motorista), que imediatamente é acionado o sistema. E porque “não há bela sem senão”, os modelos equipados com CruiseControl adaptativo demonstraram algumas ligeiras falhas na definição da distância de segurança.

Em todo o caso, é preciso esclarecer que os modelos que testei são de pré-produção, ou seja, é normal que tenham algumas necessidades de ajuste no software que poderão ser afinadas nos modelos de 2018, já em escala de grande produção. A presença dos técnicos internacionais da MAN foi muito importante para responder às dúvidas mais técnicas de cada modelo, e para o levantamento destas pequenas falhas ocorridas no nosso teste.

Destaque para a boa insonorização das cabines (possível através da introdução de mais painéis de isolamento) o que proporciona uma viagem mais agradável e provavelmente um período de descanso na cabine mais confortável para o motorista. Ponto positivo também para o contraste e variedade de cores do painel de instrumentos, que melhora a visibilidade das informações apresentadas, mesmo com o sol a incidir em pleno, devido à grande luminosidade que tivemos no dia do teste.

Outro ponto muito positivo é a segurança transmitida pela robustez dos camiões em estrada, sem que isso signifique a perda de conforto na condução, pelo contrário. No entanto, essa segurança que os MAN conferem na condução tem um eventual revés, ou seja, pode levar a que certos motoristas venham a cometer alguns excessos, tal é a confiança que os camiões nos transmitem.

Resumindo, a MAN mostrou neste evento que tem, uma gama tecnologicamente preparada para 2018, ao que se adicionam os serviços de telemática, gestão de frota e financiamento que complementam uma abordagem completa aos transportadores”, finaliza Eduardo Gaspar.

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