T-Cross – um compacto de diversidade

by on 30 Maio, 2019 in Frotas

T-Cross – um compacto de diversidade

O novo T-Cross é o SUV mais compacto da gama Volkswagen e chega a Portugal com ambição de conquistar mercado.

Os automóveis SUV/Crossover têm sido apresentados ao mercado com um posicionamento mais ou menos idêntico – jovens, versáteis, citadinos e, fundamentalmente, quebradores de regras. Ora quando todos se apresentam assim, o propósito de quebrar as regras torna-se…uma regra. Assim, a diferenciação entre modelos torna-se cada vez mais complexa neste segmento dos UV/Crossover.

Até dentro da gama Volkswagen já começa a ser difícil de diferenciar os SUV, com o T-Roc, Tiguan, Tiguan Allspace e o Touareg. No entanto, apesar do novo T-Cross ser o quinto “membro da família”, consegue diferenciar-se. A começar pela sua comunicação, que o direciona para um público-alvo de todas as idades, dos mais novos aos mais velhos. Sem distinção. É um citadino para todos.

Sem idade definida, o T-Cross pretende assim assumir no mercado um posicionamento “flexível”, tanto pelo seu motto “Sou quem quero ser”, como pela variedade de concorrência que a Volkswagen espera desafiar: desde o Citroen C4 Cactus, passando pelo Opel Corsa, até ao Mini Countryman. O T-Cross apresenta-se como um carro para todas as idades, e capaz de satisfazer diferentes segmentos de mercado.

Estética e motorizações

Independentemente do angulo que se olhe, o T-Cross tem presença nas suas linhas. A estética diferenciadora é ainda mais evidente no grupo ótico traseiro, que exibe uma faixa refletora em toda a traseira.

Do ponto de vista técnico, o T-Cross é lançado em Portugal com a motorização turbo 1.0 TSI (gasolina) com as versões de 95 cv ou de 115 cv. A gama será completada, mais à frente, com um motor diesel de 4 cilindros 1.6 TDI de 95 cv.

Quanto às transmissões, o motor de 95 cv vem equipado com caixa manual de 5 velocidades, sendo que na versão de 115cv é possível optar entre caixa manual de 6 velocidades ou uma transmissão automática DSG de 7 velocidades, com dupla embraiagem. A gama conta com 3 níveis de equipamento: T-Cross, Life e Style.

Espaço e condução

Apesar de exteriormente o T-Cross ser 12 cm mais curto que o T-Roc, o seu interior parece bem maior do que o seu “irmão de gama”. A boa habitabilidade é um dos pontos-chave deste carro, desde a posição do condutor, passando pelos vários arrumos, até ao espaço para os ocupantes traseiros. Destaque para uma nova tipologia de volantes da Volkswagen, que é estreada no T-Cross. Em termos de condução, o formato compacto do T-Cross não impede de ser um carro agradável de conduzir, e com um bom desempenho dinâmico mesmo em autoestrada.

Entre os sistemas de segurança, o T-Cross disponibiliza de série o Front Assist, juntamente com o sistema de deteção de peões (Pedestrian Monitoring); a função de travagem de emergência em cidade (City Emergency Brake); o sistema de aviso de mudança de faixa de rodagem (Lane Assist); o assistente de arranque em subidas (Hill Start Assist) ; a proteção proativa dos passageiros, bem como o Blind Spot Monitor, o assistente “ângulo morto” e o assistente de estacionamento.

Outras características opcionais incluem o sistema de deteção de fadiga, o cruise control adaptativo ACC e o sistema de estacionamento assistido.

Produção e comercialização

O T-Cross é produzido em conjunto com o modelo Polo na fábrica da Volkswagen em Pamplona, na província de Navarra. O preço deste novo SUV começa nos 18.771 € para a versão T-Cross 95cv a gasolina, sendo que para as frotas a versão diesel deverá ser lançada já no Verão deste ano.

Assumindo o caráter frotista deste modelo em Portugal, a Volkswagen aproveitou o seu lançamento nacional para também apresentar as suas versatilidades e potencialidades, a alguns gestores de frota, num evento realizado em Lisboa (foto).

 

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