Suzuki Ignis – um 4×4 híbrido, versátil e eficiente

by on 4 Novembro, 2020 in Ensaios / Assessment

Suzuki Ignis – um 4×4 híbrido, versátil e eficiente

Para o assessment do Suzuki Ignis 1.2 Dualjet, convidámos Yuliya Protsyshyn, uma profissional de referência na área dentária em Portugal. Yuliya conta-nos, assim, a sua experiência ao volante do novo Ignis:

“Avalio um carro logo pelo momento em que me sento ao volante e começo a conduzir. A sensação de envolvência é importante para mim. Este Ignis agradou-me logo do início. Não só pela posição de condução, mas também pela facilidade de manejar o volante, interagir com o painel de instrumentos, manusear a caixa de velocidades e sentir a envolvência do seu tablier.

Gosto do design do tablier e da disposição dos comandos. O ecrã central é totalmente touchscreen e traz ar condicionado automático. Isso só observo em carros de segmento superior. Este Ignis, por incrível que parece, até tem aquecimento dos bancos à frente…isso já é um luxo!

Também me chamou a atenção os botões da consola central, entre eles o sistema de travagem de emergência autónoma e sistema de alerta de mudança de faixa de rodagem (AMFR). Ainda não tinha experimentado um carro com estes sistemas de segurança e devo dizer que só pelo facto de os ter já me agrada.

Em todo o caso, pude experimentar o sistema AMFR, e é bastante seguro, principalmente em autoestrada que avisa com um sinal sonoro e com um vibrar no volante, quando saímos da faixa de rodagem. Muito útil.  Quanto à estética, aprecio principalmente da frente do carro, com os faróis em Led e a grelha cromada. A traseira também está bem concebida, num aproveitamento ao máximo do espaço.

Utilização da viatura

Como moro e trabalho em Lisboa, as deslocações que faço profissionalmente são geralmente curtas, mas notei que comecei a utilizar muito mais o carro na cidade desde que iniciou a pandemia de Covid-19.

Eu gosto de conduzir, de fazer viagens a passeio. No entanto, a partir do momento que tive um despiste com o meu carro, passei a ver as coisas de forma diferente. Felizmente foi só um susto, mas a estabilidade passou a ser a minha prioridade num carro. Logo que comecei a abordar as curvas da serra de Sintra com este Ignis percebi que tem muita estabilidade e transmite bastante segurança, mesmo com chuva. Isso para mim já é o fator decisivo numa compra.

A tração às 4 rodas dá-me essa segurança na condução. Além disso sinto que o carro apesar de pequeno é bastante robusto. Gosto de carros compactos pela facilidade de condução em cidade e pela utilização que faço normalmente. Mas muitos dos carros compactos do mercado têm desvantagens nos motores no espaço e no conforto.

A começar pelo motor, os 83cv deste Ignis são mais que suficientes e o motor reage muito melhor do que esperava. Talvez seja da tração 4×4 e do sistema híbrido de 48V que dão a este compacto, um comportamento em estrada de um carro maior.

Depois o conforto. Uma das coisas que aprecio neste Ingis é o conforto dos bancos. O meu carro também é compacto, mas tem bancos desconfortáveis se eu quiser fazer uma viagem mais longa. Os carros compactos normalmente têm pouco espaço para os ocupantes traseiros. Neste Ignis isso não acontece – tem bastante espaço e conforto nos bancos traseiros.

É raro transportar mais do que duas pessoas no carro, mas quando o faço quero que se sintam confortáveis. As portas de trás abrem bem, os vidros são escuros e elétricos, e o acesso faz-se bem porque o carro até é alto. Como este Ingis traz as barras no tejadilho, também tenho a possibilidade de transportar objetos mais volumosos, por exemplo.

E se o espaço dos bancos traseiros é devido a uma bagageira menor, o Ingis tem a solução de correr os bancos traseiros e ganhar mais espaço de bagageira. Está muito bem pensado. Normalmente não preciso de muito o espaço na bagageira, mas caso precise este carro tem forma de aumentar assim o espaço. Além disso, se quiser rebater os bancos de trás fico com mais espaço ainda, sendo que o acesso à bagageira é amplo, sem muitos “recortes”.

Amplitude de valências

Na área dentária temos sempre de nos manter atualizados, com uma componente teórica grande, e uma prática ainda maior. Aprendi muito no curso, mas aprendi ainda mais na prática. Apesar de ter uma licenciatura em Gestão de Recursos Humanos na Universidade de Lisboa (ISCSP), é na área dentária que me realizo. Gosto de ter várias valências e não ficar dependente de só uma.

Por isso que me revejo neste Suzuki, que tem várias valências como o fato ser híbrido, compacto, com tração às 4 rodas e com bastante espaço interior.

Ter várias valências permite que possamos explorar muito mais as oportunidades. Neste caso, é um carro que posso utilizar no meu dia-a-dia na cidade de Lisboa, aproveitando a economia de combustível do sistema híbrido. Posso também utilizá-lo para viagens de passeio, porque além de confortável é tem uma condução muito agradável.

Se eu quiser também posso utilizá-lo em modo todo-o-terreno. Isso percebi bem neste assessment, onde experimentei em terrenos que nunca pensei que um carro destes fosse capaz de percorrer. Nesses percursos percebe-se bem a robustez do carro, sem falar na estabilidade que, mesmo a conduzir sobre rocha e cascalho, portou-se muito bem.

Conclusões

Fiquei muito bem impressionada com este Ingis, até porque é a primeira vez que conduzi um Suzuki. É um carro que consegue conjugar muitas valências técnicas com sistemas de segurança, bem como um conforto a bordo que surpreende para um carro compacto.

Revejo-me nesta amplitude técnica do Ingis, sendo que a componente estética também acompanha as mais-valias deste carro, com uma estética jovem e até diria alegre.

É um carro que me transmitiu segurança na condução, pela tração 4×4, robustez, tecnologia e sistemas de assistência. Queria agradecer à Revista Automotive por esta oportunidade prática, superou em muito as minhas expectativas para um carro deste segmento!” concluiu, com um sorriso, Yuliya Protsyshyn.

 

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